sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Como julgar os seus canários.

Fonte: www.canaril.hpg.com.br

Neste artigo vamos expor, os critérios necessários para se classificar e pontuar um canário esperando que, ajude os novos criadores a entenderem com devem proceder na escolha de seus canários para um concurso.

1º CRITÉRIO DE JULGAMENTO DA PLUMAGEM
(Neste item o juiz tem ao seu dispor um máximo de 15 pontos).

- Aves que apresentam uma plumagem completa, uniforme, lisa, aderente e sedosa. As
penas devem recobrir-se e sobrepor-se.
- As asas e cauda serão completas e intactas.
- As asas deverão tocar-se levemente sem cruzar e a cauda deverá ser fechada,
formando um “M” no final. (Exemplar MUITO BOM).
- Aves que apresentam apenas um dos defeitos penalizáveis.(Exemplar BOM).
- Aves que apresentam mais do que um dos defeitos penalizáveis (Exemplar REGULAR).
- Aves que apresentam diversos defeitos penalizáveis.(Exemplar FRACO).

(Defeitos penalizáveis)
- Plumagem muito ou pouco abundante, seca, desordenada ou muito curta.
- Plumagem incompleta.
- Remiges e retrizes desordenadas (penas desalinhadas, rabo aberto, asa quadrada).
- Presença de penas não aderentes, após a linha dos olhos.

2º CRITÉRIO DE JULGAMENTO DO TAMANHO
(Neste item o juiz tem a seu dispor um máximo de 10 pontos).

- O tamanho do canário está compreendido entre 13 e 15 cm. Porém, devido à
impossibilidade de, em julgamento, se medir uma ave, devemos utilizar o seguinte
critério:
- Aves que não causam dúvidas e estejam dentro dos padrões. (Exemplar MUITO BOM).
- Aves que possam causar dúvidas de estarem dentro dos padrões, porém apresentam
boa proporção de formas.(Exemplar BOM).
- Aves que, apesar de estarem a olhos vistos fora do padrão, apresentam equilíbrio
de formas. (Exemplar REGULAR).
- Aves fora do padrão.(Muito grande ou muito pequeno).(Exemplar FRACO).

3º CRITÉRIO DE JULGAMENTO DA FORMA
(Neste item o juiz tem ao seu dispor um máximo de 10 pontos).

Um bom exemplar deverá apresentar as seguintes características:
- Cabeça arredondada, harmónica, com bico curto e cónico.
- Olhos arredondados, brilhantes, dispostos numa linha imaginária, superior à linha
média do bico.
- Pescoço ligeiramente curto e proporcional ao comprimento do corpo.
- Dorso largo e relativamente curto, formando um único e harmonioso bloco com as
asas, que se devem apoiar natural e simetricamente sobre a base da cauda.
- Peito largo e arredondado, harmonioso com os demais segmentos.
- O tronco não deve ser muito pesado ou muito frágil, em harmonia com o pescoço e a
cabeça, dando ao conjunto uma impressão de elegância e beleza.
- A cauda não deve ser muito longa ou muito curta, harmonizando-se com o comprimento
do corpo. Não deve ser aberta em excesso.
- Membros inferiores robustos e sólidos, com dedos fortes e bem implantados, dando
à ave firmeza no poleiro.

(Defeitos penalizáveis)
- Cabeça achatada, pequena, grande ou pesada em relação ao corpo.
- Bico fino, longo ou curvo.
- Pescoço fino e longo ou muito curto, dando a impressão que a cabeça se fixa
directamente no corpo.
- Dorso proeminente ou escavado.
- Peito achatado, saliente ou muito proeminente.
- Tronco muito fino ou muito grosso, a ponto de tirar a elegância do canário.
- Cauda aberta, em forma de cauda de andorinha.
- Pernas muito longas, com coxas finas e descobertas ou muito curtas e escondidas
na plumagem do abdómen.
- Aves que apresentam visível mestiçagem com canários de porte.
- Aves que apresentam, no máximo, um dos defeitos em proporção limitada. (Exemplar
MUITO BOM)
- Aves que apresentam um dos defeitos de maneira evidente. (Exemplar BOM).
- Aves que apresentam dois a três defeitos em proporção limitada (Exemplar REGULAR)
Aves com mais de três defeitos. (Exemplar FRACO).

4º CRITÉRIO DE JULGAMENTO DA PLUMAGEM
(Neste item o juiz tem ao seu dispor um máximo de 10 pontos).

- Entende-se por elegância a maneira como a ave se apresenta na hora do julgamento.
Este item está directamente ligado ao anterior (forma), pois uma ave com má forma
dificilmente será elegante.
- Dizemos que uma ave é elegante quando esta apresenta: Força, vivacidade e porte.
- A ave quando em repouso, deve apresentar corpo e cauda numa mesma linha, formando
um ângulo de cerca de 45º com o poleiro.

(Defeitos penalizáveis)
- Aves muito nervosas, selvagens ou apáticas, paradas sobre o poleiro.
- Aves que apresentam asas caídas ou excessivamente cruzadas. Cauda em desarmonia
com o corpo (excessivamente curta ou comprida).
- Aves que se apresentam deitados ou erguidos no poleiro.
- Aves que não apresentam defeitos evidentes. (Exemplar MUITO BOM).
- Aves com um defeito.(Exemplar BOM)
- Aves com dois defeitos.(Exemplar REGULAR)
- Aves com vários defeitos.(Exemplar FRACO)

5º CRITÉRIO DE JULGAMENTO DA APRESENTAÇÃO
(Neste item o juiz tem ao seu dispor um máximo de 10 pontos).

- Entende-se por apresentação o estado de saúde e limpeza da ave.
- A ave deve apresentar o bico e as penas totalmente limpos, patas sem lesões,
crostas ou escamas, as unhas com comprimento normal e saúde perfeita.
- Aves em perfeitas condições de saúde e higiene. (Exemplar MUITO BOM).
- Aves que apresentam apenas um item negativo. (Exemplar BOM).
- Aves que apresentam dois itens negativos. (Exemplar REGULAR).
- Aves com vários itens negativos. (Exemplar FRACO).

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Numerar as minhas Italgabbie - Orchidea

Para conseguir têr um bom planeamento dos meus canários resolvi numerar as minhas Italgabbie, de uma maneira muito expedita.

Contudo, deixo-vos um aviso muito pertinente: "SAFETY FIRST".
Para fazerem este pequeno trabalho, aconselho vivamente a utilização de óculos de protecção e, que sejam muito cuidadosos com o manuseamento da rebarbadora.










segunda-feira, 22 de novembro de 2010

As minhas gaiolas Italgabbie

Recentemente adquiri um conjunto de 12 gaiolas (3 colunas x 4 filas), com laterais abertas, da Italgabbie modelo Orchidea, (60x33x35 (A)).
A escolha destas gaiolas deveu-se essencialmente a:
- Um óptimo preço conseguido, devido a uma óptima oportunidade surgida.
- O espaço total ocupado, pelo conjunto das 12 gaiolas (200x40x207 (A)), era o mais indicado para as minhas pretensões.
- As gaiolas possibilitam a abertura total das frentes, o que faculta a sua limpeza sem necessidade do conjunto ser desarmado.
- As gaiolas estão fixas num suporte com rodas, o que também facilita a limpeza manual da parte de trás das gaiolas, assim como de todas as áreas circundantes
- Com os diversos tipos de separadores, que acompanham este conjunto de gaiolas, consigo fazer todos os fraccionamentos desejáveis, como por exemplo uma voadeira com 1,8 metros, na horizontal..
- Quando se usam as separações, as gaiolas ficam divididas duas com 30 cm de comprimento e, assim podem ser utilizadas como gaiolas de preparação para os concursos.
Este conjunto fazia-se acompanhar de uma pequena lata de tinta, para solucionar alguns danos fortuitos, que eventualmente possam ser provocados durante a montagem do conjunto.
Estou muito contente com esta compra e estou a ponderar adquirir brevemente, pelo menos mais um conjunto de 16 gaiolas da Italgabbie.


Lavagem individual das gaiolas.


Gaiola a secar, após a lavagem individual.


Carro de suporte do conjunto gaiolas, já devidamente armado.



Conjunto de 12 gaiolas Italgabbie, com a montagem já terminada, aplicada no local pretendido.


As gaiolas possibilitam a abertura total das frentes, o que faculta a sua limpeza sem necessidade do conjunto ser desarmado.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Selecção de linhagens

(Publicado na Revista da SBO)

Na criação de canários, é comum o criador comprar um pássaro excepcional, por um preço idem e, para seu infortúnio, esse reprodutor só produzir pássaros de qualidade mediana. Toda a culpa acaba sendo jogada nesse pássaro, que não conseguiu imprimir as suas boas características, ou no outro componente do casal. Raramente o próprio criador reconhece não haver definido alguns critérios na hora do acasalamento.
Sempre ouvimos que determinado criador está na frente dos demais só porque importou alguns pássaros para seu plantel. Também não é inteiramente correcto, pois, assim sendo, não estaríamos melhor em muitas cores do que os europeus, que são a fonte das importações.
O que apenas uma parcela atenta é para o fato da necessidade de formação de linhagens dentro dos seus plantéis; quem isso percebe, vai longe. No Campeonato Brasileiro, anualmente, nas listas dos classificados há uma repetição dos nomes dos criadores, e não é por acaso. Por quê um criador vende o seu Campeão Brasileiro e no outro ano volta a vencer, sem que os filhos daquele pássaro apareçam? A resposta é: esse criador possui uma linhagem de pássaros, e o campeão é só um integrante dessa família. Por outro lado, alguns criadores criteriosos, mesmo com menor expressão nacional, vem, ano após ano, subindo de posição entre os premiados.
É lógico que um pássaro que vence possui maior probabilidade de reproduzir bem, em função de toda a selecção que ocorreu para que ele nascesse e fosse escolhido no concurso. Porém, para os criadores que estão buscando um lugar entre os já “consagrados”, o que deve ser feito? Seria muita presunção dar aqui uma receita de como criar somente pássaros premiados, pois nem eu mesmo sei. Aliás, ninguém sabe! O que quero frisar é que os criadores devem conhecer bem os seus plantéis, com as suas características e defeitos, para que possam “lapidar” os filhotes como desejarem, partindo dos acasalamentos.
Hoje, na canaricultura, os campeões quase sempre são escolhidos nos ligeiros detalhes que os diferenciam dos demais. Algumas cores estão tão avançadas que os critérios de desempate chegam a ter caracteres de subjectividade.
Na formação de uma linhagem devemos partir de pássaros que estejam muito próximo do desejado, consolidando essas características através, principalmente, de consanguinidade nos acasalamentos. Porém, será muito difícil se obter bons resultados com pássaros muito distantes dos padrões ideais.
Não é verdade que somente os grandes criadores, em tamanho de plantel ou prémios, detenham todas as melhores características em suas aves. Criadores sérios e determinados tem conseguido óptimos resultados e produzido pássaros que trazem características positivas bem definidas.
Quando um reprodutor transmite muito bem as suas características, é um bom indicativo de que foi seleccionado para essa finalidade, e que estas características estão estabilizadas no plantel, através de homozigoze.
Muitos falam em “choque de sangue” sem parar para pensar em como ele ocorre, ou qual é a sua finalidade. Acabam introduzindo pássaros novos em seus plantéis, sem nenhum critério objectivo, só para “mudar de sangue”. No entanto, só haverá choque sanguíneo quando uma das linhagens estiver fechada e estabilizada por homozigoze. O outro pássaro, com informação diversa, promoverá uma injecção de novas características naquela linhagem. O resultado poderá ser dos melhores, se bem dirigido.
De maneira geral, podemos resumir que o caminho está na fixação de bons caracteres no plantel, fechando-o após atingir o nível de apuro ideal, e introduzir, após esse momento, pássaros de qualidade, com as características desejadas para complementar aquele grupo. Assim, os objectivos propostos com os acasalamentos terrificados estarão mais perto de ser alcançados.

domingo, 7 de novembro de 2010

Canários Ágatas e Opalinos

Fonte: Thiago Dias Barbosa

Diante das constantes interpretações em julgamentos que observei neste pouco tempo que crio esta mutação, tomo a liberdade de escrever as minhas impressões a respeito desta cor que, considero uma das mais belas e uma das mais difíceis de ser julgada.

Em primeiro lugar entendamos alguns aspectos importantes quando falamos de um canário melânico, como o próprio nome diz, é um pássaro dotado de melanina, um pigmento depositado em sua plumagem, o mesmo pode ser negro (eumelanina) ou marrom (feomelanina), este ultimo não é desejado na grande maioria das cores.

Além da melanina outro item que compõe a coloração do canário é o Lipocromo, que pode ser amarelo, vermelho ou quando isento da plumagem, chamamos de branco. Não vou me atentar para detalhes mais técnicos como nomenclaturas oficiais, áreas de actuação do lipocromo ou depósito das melaninas, quero de uma maneira simples demonstrar a composição das cores dos canários.

Um método interessante para entendermos a composição da coloração dos canários é dividi-la em camadas, a primeira camada chamaremos de cor de fundo e sobre esta camada podemos ter a influência de dois itens:

1 – Lipocromo: Amarelo, Vermelho ou na ausência do mesmo, Branco, além disso, o lipocromo pode se distribuir de 3 formas, intenso, nevado e mosaico (se o leitor quiser entender melhor estas 3 formas de distribuição do lipocromo, existem óptimas referências bibliográficas como o manual da FOB/OBJO e livros como os da Eliane Seixas).

2 – Melanina: lembra-se dos pigmentos Negros e Marrons, pois bem, quando estes estiverem presentes junto à cor de fundo chamamos de envoltura, eles se encontram uniformemente espalhados (borrifados) junto à cor de fundo, por esta razão o canário verde é verde, a cor de fundo amarela misturada a envoltura melânica nos da à sensação visual da cor verde.

A segunda camada refere-se ao desenho do canário, as famosas estrias, bastões e chamamos tecnicamente este item de TIPO e é neste local que as melaninas actuam, em maior concentração (OXIDADOS) ou menor concentração (DILUÍDOS).

Quando sobrepomos a segunda camada sobre a primeira camada temos o canário melânico, imagine uma foto de um Amarelo Mosaico (Lipocromico), coloque sobre esta foto uma folha de papel manteiga (aquelas que usávamos na 4ª série para copiar mapas na aula de geografia) com as estrias desenhadas em preto ou marrom, imaginou? Este é o canário melânico.

Entendido um pouco da coloração dos canários, vamos ao que interessa o Canário Ágata e Opalino.

Você deve estar se perguntar o porquê usei o termo “AGATA E OPALINO”, usei este termo pois antes de ser um canário opalino o mesmo é um Ágata e como tal deve em teoria apresentar todas as características básicas desta mutação clássica, seguindo o que esta contido no manual de julgamentos da FOB/OBJO (Standard Padrão).

Rápido e rasteiro, o que um canário Ágata deve apresentar?

1º – Redução da Área de actuação da Melanina Negra, isso faz com que o desenho se torne fino, paralelo e entrecortado, entretanto cabe aqui um comentário, não vamos confundir “redução” com “diluição”, apesar do Ágata ser um canário diluído, o tom da sua melanina deve ser o mais negro possível, quanto mais negro e vivo o tom da melanina, melhor a qualidade do exemplar. Complementando este primeiro item, as bordas das penas longas (remiges e retrizes) devem apresentar um tom perolado.

2º - Contraste entre desenho e cor de fundo, aqui entra a famosa envoltura, nos canários diluídos é extremamente importante que haja contraste, para tanto a envoltura, ou a melanina dispersa junto à cor de fundo (lembra da primeira camada?) deve ser mínima ou não existir.

3º - Existe uma característica marcante nos canários Ágatas que os diferenciam dos demais, é o desenho de cabeça, que deve se apresentar da seguinte forma:
• No alto da cabeça, calote negra no intenso, cinza escura nos nevados e estrias curtas e interrompidas nos mosaicos;
• Ausência de melanina no super cílio, com forte presença do lipocromo;
• Bigode bem visível e negro.

Lembrando também que a feomelanina (pigmento marrom) não é desejável no exemplar.

Desta forma temos um canário padrão Ágata, e nós criadores devemos buscar dentro do nosso plantel, pássaros que se enquadrem nestas características, sabemos que existe uma grande dificuldade em relação aos exemplares mosaicos, uma vez que os mesmos possuem uma estrutura de penas que tende a alargar as estrias, mas existe uma palavra chamada “equilíbrio” e é nesta linha que devemos focar o nosso trabalho de selecção. Se precisamos de estrias finas, paralelas e entrecortadas devemos valorizar exemplares que sigam a risca esta necessidade, seja ele um intenso, um nevado ou um mosaico.

Apresentamos o Ágata e agora falaremos dos Ágatas que também são Opalinos, o fator opalino provoca um forte redução da eumelanina marrom e da feomelanina além de uma inversão da eumelanina negra.

A tonalidade do desenho melânico de um Ágata Opalino é cinza azulado, podemos afirmar neste caso que, além de uma redução da área de actuação melânica (mutação Ágata) houve um diluição da eumelanina negra tornando-a cinza azulado, experimente colocar em um copo americano um pouco de café, qual é a cor?, Negra!. Depois aos poucos vá misturando leite ao seu café, quando completar o copo a coloração da sua mistura será um bege claro, isto é diluição.

Mais uma vez, não vamos confundir “redução” com “diluição” nos exemplares Ágatas.

Bom, até agora falamos sobre a composição da cor dos canários, a mutação Ágata e a mutação Opalino, agora temos base suficiente para analisarmos as dificuldades nos julgamentos dos Ágatas Opalinos.

Conforme falamos anteriormente é fundamental que haja contraste entre a cor de fundo e o desenho do Ágata, sem perdermos contudo a tonalidade negra (nos clássicos), é certo também que quanto mais envolto um canário for mais carga melânica o mesmo apresenta, novamente a palavra “equilíbrio” se faz presente.

Nos Ágatas clássicos este “equilíbrio” já existe e temos hoje em dia óptimos exemplares dentro do padrão da cor, desta forma o julgamento se torna mais fácil, rápido e objectivo.

Já nos Ágatas Opalinos a coisa não é tão simples assim, por ser um canário com diluição da melanina, do negro (clássico) para o cinza azulado a dificuldade no julgamento aumenta, uma vez que pássaros com mais carga melânica apresentam menos contraste com a cor de fundo (maior envoltura) e o contrário se faz verdadeiro, pássaros com óptimo contraste apresentam menor carga melânica prejudicando o seu desenho.

Além disso, também vemos exemplares Mosaicos com desenho muito largo e oxidado, algo que vai contra o padrão da cor. Devemos na minha opinião valorizar os exemplares que reúnam o melhor equilíbrio e que demonstrem as qualidades de um Ágata sob o efeito da mutação Opalino, ou seja pássaros com melanina cinza azulado, estrias finas, paralelas e entrecortadas, desenho de cabeça (calote, bigode e super cílio) além é claro do contraste evidente entre cor de fundo e desenho.

Nós, criadores que apreciamos os Ágatas Opalinos devemos continuar o nosso trabalho, buscando o melhor exemplar dentro das regras estabelecidas pela FOB/OBJO e esperamos que as mesmas sejam respeitadas e que os julgamentos sejam menos problemáticos.
Postado por ThiagoDB às 17:30
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